quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

MST


Arbitrariedades do INCRA

Acampados do MST e da CUT instalados dentro de propriedade rural não deixam proprietário entrar, causando ao mesmo grandes prejuízos. Na denúncia que Antonio Aversa Netofaz ao Paz no Campo, que abaixo publicamos, percebe-se o modo de atuar doINCRA, que com a FUNAI e o IBAMA fazem parte do tridente do diabo que aterroriza o campo brasileiro. Sua ação dá-sesobretudo sobre os pequenos proprietários que não têm meios para se defender.
Eis a denúncia:
Bauru, 01 de fevereiro de 2010.
Eu Antonio Aversa Neto, nascido em 1963, tenho 46 anos, casado, tenhoduas filhas, sou produtor rural nato por gosto e aptidão.
Em 21 de setembro de 1988, com muito esforço, comprei uma propriedade: oSitio Santa Marina com 31 hectares (13 alqueires), localizado a 5 km da cidadede Bauru. No dia 26 de setembro de 1988 (seis dias depois) a escritura estavaregistrada no cartório do oficial de registros de Pederneiras- SP matricula nº 4150.
Faz, portanto, 22 anos que tenho a propriedade, tiro leite e criobezerros de corte para vender, cumpro função social. Toda minha  vida tive funcionários devidamenteregistrados.
Agora, a cerca de dois anos a área em torno de minha propriedade, por decretodo Lula  foi destinada à Reforma Agrária.Minha propriedade está invadida por integrantes do MST e da CUT desde 06/08/2009.Destruíram as cercas, armaram barracas.  Vaifazer 6 messes que estou impossibilitado de produzir e até ir a propriedade,pois me cercaram as 2 estradas de acesso. Vendi 100 cabeças de gado às pressase barato, deixei de criar pelo menos 60 bezerros em 06 meses, com um prejuízode R$42.000,00, fora o que estou gastando com advogados
A minha área está no meio do assentamento Aimorés sob coordenação doINCRA. O INCRA mandou invadir e não me considera proprietário, vizinho ou coisaparecida. quer me fazer passar por grileiro. Mesmo tendo escritura registrada,o INCRA quer que eu prove cadeia dominial até 1850.
Funcionário do INCRA por nome de Cinesio, disse que eu é que sou oinvasor. Outro funcionário do INCRA por nome de João Paulo mandou invadir.
Estou no coração do estado de São Paulo, estão querendo me arrancar apropriedade, uma vez que não podem desapropriar. Sou cadastrado no INCRA comopequena propriedade produtiva (CCIR).
Ao redor do sitio existem 354 lotes de assentados que não sabem o que éproduzir.  A miséria é visível Vivem àcusta de cestas básicas que o INCRA fornece. Estão cortando e roubando eucaliptosdo antigo arrendatário VCP -Votorantin Celulose e Papel, sob ordem ecoordenação dos técnicos do INCRA que supervisionam o local.
Entrei em contato com a Votorantin, disseram-me que ainda não foramindenizados pela madeira, mas com certeza a União pagará caro futuramente. Issodeve ser motivo para uma CPI.
O assentamento Aimorés não tem licenciamento ambiental. A CPFL CompanhiaPaulista de Força e Luz, está também instalando energia sem licenciamentoambiental. Os assentados fazem fornos, carvão e  furam poços sem licença ambiental.
Como  e quando vão acabar essasarbitrariedades?
                                             *  *   *
O proprietário anexou à sua denúncia umrelatório de 4 páginas preparado por seus advogados contando a luta judicial emque está envolvido por causa dessas arbitrariedades que está sofrendo. É assimque o governo deste País trata aqueles que querem trabalhar honestamente. Nestecaso um pequeno proprietário rural sobre quem o INCRA jogou os jagunços  do MST, sem dó nem piedade. Esse relatórioestá à  disposição dos interessados.  


sábado, 9 de janeiro de 2010

Ainda + mentiras do Lulla/PT desmascaradas.
Estudo sobre domicílios no país derruba um mito, diz deputado
Deputado quer "desmascarar" governo Lula
Brasília (04) - O deputado federal Gustavo Fruet (PR) disse nesta segunda-feira que o estudo feito pelo economista Claudio Salm, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que analisou os números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), entre os anos de 1996 e 2008, derruba um mito criado pela retórica petista: a de que o Brasil era um antes de Lula e agora outro depois da eleição dele em 2002.
O levantamento concluiu que o poder de compra dos brasileiros de baixa renda vem seguindo uma progressão contínua sem que tenha havido "inflexões" significativas a partir da ascensão do presidente Lula ao governo. Em outras palavras: a renda dos mais pobres vem crescendo desde a década passada e só vem sendo possível porque o governo tucano criou as condições necessárias para isso.
"O estudo mostra que houve uma continuidade e não o surgimento de um governo melhor que o antecessor. O governo Lula apropriou-se da bem sucedida política econômica e social do governo FHC, deu-lhe nova roupagem e saiu por aí afora atribuindo este sucesso para si", comentou Fruet.
Desmascarar o governo Lula que divulga como se fossem dele as conquistas sociais dos brasileiros de baixa renda obtidas na última década é um dos principais desafios da social-democracia em 2010, apontou o parlamentar. Para ele, o governo Lula aproveita-se agora de uma superestrutura que propiciou o crescimento econômico criada pelo governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).
"A gestão tucana preparou o país o crescer sob elevado custo político, inclusive. E foi graças à reorganização da economia e aos investimentos feitos na ocasião que o governo atual pôde dar continuidade às políticas de transferência de renda apresentadas agora como se fossem de autoria do PT. O PSDB tem como desafio neste ano eleitoral revelar quem botou a casa em ordem para que as pessoas de baixa renda pudessem ter seu padrão de vida ampliado", afirmou Fruet.
De acordo com as conclusões da pesquisa do economista que foram divulgadas na coluna do jornalista Elio Gaspari, em 1996, 48,5% dos domicílios tinham água encanada. Em 2002, ao fim do segundo governo tucano, eram 59,6% as casas com água nas torneiras. Uma diferença de 11,1 pontos percentuais. Em 2008, no governo Lula, o percentual de domicílios com água encanada era de 68,3% dos domicílios. A alta, porém, foi percentualmente menor: 8,7 pontos.
Para o deputado Eduardo Gomes (TO), os investimentos feitos nos governos do PSDB não são observados apenas na ampliação da infraestrutura de rede de esgoto e saneamento. "O governo de FHC, por exemplo, deixou uma capacidade instalada de energia elétrica superior a que será deixada pelo governo Lula. Este ano, ela será 43% superior ao final de 2002. Mas foi 48% maior quando Fernando Henrique deixou o governo comparando-se com o que havia no país quando ele assumiu o governo, em 1995", lembra Gomes.
"O governo do PT faz propaganda desonesta ao atribuir à gestão Lula os avanços sociais no Brasil", disse o deputado.
otima vai ate o fim

Touro reprodutor



Um caboclo tinha um touro que era o melhor da região.

O touro era seu único patrimônio.

Os fazendeiros descobriram que o tal touro era o melhor animal reprodutor
e começaram a alugar o bicho para cobrir suas vacas.

Era só colocar uma vaca perto dele e o touro não perdoava!!!
O caboclo ganhando muuuuiiiiito dinheiro!!!

Os fazendeiros se reuniram e decidiram comprar o touro.

Chegaram na casa do caboclo e falaram:



-Põe preço no seu bicho que vamos comprá-lo.
O caboclo, aproveitando da situação, pediu um preçoabsurdo.

Os fazendeiros não aceitaram a proposta e foram se queixar com o prefeito da cidade.

Este, sensibilizado com o problema, comprou o animal com o dinheiro da Prefeitura, pagando uma fortuna, e o registrou como patrimônio da cidade .

Fizeram uma festa imensa na cidade....

Os fazendeiros trouxeram suas vacas para o touro cobrir,tudo de graça!!!



Veio a primeira vaca, o touro deu uma cheirada e nada...

- Deve ser culpa da vaca - disse um fazendeiro.
Ela é muito magra!


Trouxeram outra vaca, uma holandesa, a mais bonita da região.
O touro cheirou a vaca e... nada!!!

O Prefeito, desesperado, chamou o caboclo e lhe perguntou o que estava acontecendo.

- Não sei... - disse o caboclo - Ele nunca fez isso antes! -

Deixa eu vou conversar com o touro.

E o caboclo, aproximando-se do bicho, perguntou:


- O que há com você? Não tá mais a fim de trabalhar?


E o touro, dando uma espreguiçada , respondeu:


- Não enche o saco...

Agora sou funcionário público!!!



OS MISTERIOSOS BASTIDORES DO PODER
OS MISTERIOSOS BASTIDORES DO PODER


Maria Lucia Victor Barbosa
04/01/2010

O que sabemos sobre os verdadeiros desígnios daqueles que nos governam? Nada sabemos. O que se passa nos bastidores do poder, nas tramas palacianas, nos grupos de comando da sociedade?

Isso é invisível para a quase totalidade ou mesmo totalidade dos cidadãos. Como dominar pela mentira, pela propaganda enganosa, pelo culto da personalidade?

Isso só os poderosos conhecem e dispõem de técnicas cada vez mais avançadas para fabricar o espírito da manada.

Mesmo aqueles que compõem a minoria esclarecida e se opõem a certos atos e fatos gerados pelo governo, sem perceber são induzidos aderir ao jogo que refutam. Tomemos alguns exemplos para ilustrar o que se afirma.

Sean Goldman, nascido nos Estados Unidos, filho de pai norte-americano e de mãe brasileira foi trazido para o Brasil pela mãe aos quatro anos, enquanto o pai David Goldman era deixado para trás.

A mãe se casou de novo com um advogado, mas veio a falecer no parto de uma menina que foi criada juntamente com Sean pela avó materna.

Durante cinco anos o pai biológico de Sean lutou na Justiça para reaver a guarda do filho, conforme lhe faculta leis do Direito, inclusive, internacional, mas só recentemente conseguiu levar a criança para seu país.

Durante o calvário de David circularam na imprensa calunias contra ele e logo segmentos da sociedade se posicionaram a favor da avó, emitindo o tom nacionalista de: “Sean é nosso”.

Uma explicação sobre o caso, que tem lógica e parece esclarecer melhor o porquê da longa imposição de sofrimento feita ao pai do menino, apareceu num texto de Celso Lugarelli que circulou pela Internet.

Segundo Lugarelli, “Sean é sobrinho-neto da ex-guerrilheira Maria Augusta Carneiro Ribeiro, a Guta, do MR8, amiga íntima de José Dirceu e do Lula”.

Sobre Guta, que faleceu num acidente em maio do ano passado, consta o que Lugarelli encontrou no blog de José Dirceu.

Entre outras homenagens, o sempre poderoso deputado petista cassado escreveu sobre a companheira: “Sua última luta (...) foi em defesa do seu sobrinho neto, Sean”.

“A permanência da criança no Brasil, com a família de sua mãe – Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro, já falecida – foi a última grande causa na qual Guta se engajou”.

Portanto, o arbítrio sobrepujou a lei, a ideologia se sobrepôs à razão, enquanto muita gente se colocou ao lado da injustiça sem saber que as calunias feitas ao pai de Sean não passavam de manipulação da opinião pública.

Outro instrumento perfeito de criação do espírito da manada é o culto da personalidade devotado a Lula da Silva, que agora culmina com o filme, “Lula, o filho do Brasil”, o mais caro já lançado no país, financiado por estatais e empreiteiras e que arranca emoções, lágrimas e idolatria de quem assiste a mitificação de uma espécie de Jesus Cristo de Garanhuns.

Periga a manada se ajoelhar diante da tela para saudar o prodígio, o pai magnânimo, o salvador, a criatura humilde, o igual, o sofredor.

Não passa pela cabeça do homem comum que Lula da Silva não tem mais nada mais de sofredor, que é o presidente da República que nunca antes nesse país usufruiu de tantas viagens maravilhosas, que virou dono do poder, que faz parte da classe dominante, que é responsável pelo aumento de gastos secretos com cartões corporativos, o que deve tornar a vida na corte suntuosa.

Mas não basta o filme.

Surge uma pesquisa em que Lula é o popstar brasileiro “mais confiável”, o número 1 acima de figuras famosas entre o grande público.

Mas, não seria apenas o mais conhecido, por estar constantemente em foco na mídia, sempre louvado por grandes feitos nem sempre reais?

Afinal, porque o povo confiaria também em Roberto Carlos ou Ivete Sangalo, dos mais cotados na confiabilidade dos entrevistados?

Gostar de artistas é normal em sociedades de massas, se alienar à imagens fabricadas é comum para o grosso dos indivíduos, necessitar de ídolos é característica do ser humano, mas confiar pertence a outra categoria de avaliação.

Quando o presidente da República aparece entre artistas, homens da mídia e políticos populares, mas sem a companhia de nomes pertencentes à elite intelectual brasileira, expoentes da arte e da cultura, figuras meritórias devotada às causas mais nobres, dá para desconfiar que a pesquisa objetiva apenas para plasmar o espírito da manada.

E enquanto Lula da Silva recebe prêmios e elogios mundiais, que sob a superfície marqueteira escondem interesses comerciais, sua política externa vem acumulando fracassos quando o Brasil disputa cargos internacionais.

É fato também que o presidente se intrometeu excessivamente em Honduras para dar uma mãozinha ao companheiro Chávez, que por sua vez queria eternizar Zelaya no poder.

Lula foi pela contramão do mundo quando recebeu e apoiou o abominável déspota Ahmadinejad.

Tem demorado a defenestrar o terrorista Battisti.

Mas esses fatos não são captados pelo espírito da manada.

Provavelmente, se Dilma Rousseff ganhar, pelo menos algumas coisas ficarão mais evidentes e esclarecidas, como os intentos inequívocos de cercear a liberdade de imprensa que apareceram na 1ª Conferência Nacional de Comunicação encerrada em dezembro passado.

E enquanto nos bastidores se urde a continuidade do PT no poder, o que significa que qualquer obstáculo a esse intento será pulverizado, o “filho do Brasil” usufrui seu esplendoroso lazer numa paradisíaca praia, naturalmente, inacessível à manada.

Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.
E agora hein?????
> Depois dessa, só falta
> afirmarem que o Maluf é
> santo, O Lula sabia de tudo, o Arruda é inocente e que
> todos os políticos são
> honestos (também não vamos exagerar).
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> Tiradentes, o bode
> expiatório (acredite se
> quiser)
>
> Por Laura
> Pinca
>
>
> Novos estudos históricos apresentam uma
> inconfidência mineira diferente
> daquela que nos narram os
> livros didáticos.
>
> Embora a historiografia oficial considere
> a inconfidência mineira (1789)
> como uma grande luta para a
> libertação do Brasil, o historiador
> inglês
> Kenneth Maxwell,
> autor de "A devassa da devassa"
> (Rio de Janeiro, Terra
> e Paz,
> 2ª ed. 1978.) que esteve recentemente no
> Brasil, diz que
> "a
> conspiração dos mineiros era, basicamente, um movimento
> de
> oligarquias,
> no interesse da oligarquia, sendo o nome do povo
> invocado apenas como
> justificativa" , e que objetivava, não a
> independência do Brasil, mas a
> de Minas Gerais.
>
> Esses
> novos estudos apresentam um Tiradentes bem
> mudado: sem barba,
> sem
> liderança e sem glória. Segundo Maxwell, Joaquim José da
>
> Silva Xavier
> não foi senão o "bode expiatório" da
> conspiração.
> (op.cit., p. 222) "Na
> verdade, o alferes provavelmente nunca
> esteve plenamente a par dos
> planos e objetivos mais amplos do
> movimento." (p.216) O que é natural
> acreditar. Como um simples
> alferes (o equivalente a tenente, hoje)
> lideraria coronéis,
> brigadeiros, padres e desembargadores?
>
> A Folha de S. Paulo
> publicou um artigo (21-4-1998) no qual se
> comentam
> os estudos
> do historiador carioca Marcos Antônio
> Correa. Correa
> defende
> que Tiradentes não morreu enforcado em 21 de abril de
> 1792. Ele começou
> a suspeitar disso quando viu uma lista de
> presença da Assembléia
> Nacional francesa de 1793, onde constava
> a assinatura de um tal Joaquim
> José da Silva Xavier, cujo
> estudo grafotécnico permitiu concluir que
> se
> tratava da
> assinatura de Tiradentes. Segundo Correa, um
> ladrão
> condenado
> morreu no lugar de Tiradentes, em troca de ajuda
> financeira à sua
> família, oferecida pela maçonaria. Testemunhas
> da morte de Tiradentes se
> diziam surpresas, porque o executado
> aparentava ter menos de 45 anos.
> Sustenta Correa que Tiradentes
> teria sido salvo pelo poeta Cruz e Silva
> (maçom, amigo dos
> inconfidentes e um dos juízes da Devassa) e
> embarcado
> incógnito
> para Lisboa em agosto de 1792.
>
> Isso confirma o que havia
> dito Martim Francisco (irmão de José
> Bonifácio
> de Andrada e
> Silva): que não fora Tiradentes quem morrera
> enforcado,
> mas
> outra pessoa, e que, após o esquartejamento do cadáver,
> desapareceram
> com a cabeça, para que não se pudesse identificar
> o corpo.
>
> "Se dez vidas eu tivesse, dez vidas eu daria pelo
> Brasil". Como só tinha
> uma, talvez Tiradentes tenha preferido
> ficar com
> ela.