Ainda + mentiras do Lulla/PT desmascaradas.
Estudo sobre domicílios no país derruba um mito, diz deputado
Deputado quer "desmascarar" governo Lula
Brasília (04) - O deputado federal Gustavo Fruet (PR) disse nesta segunda-feira que o estudo feito pelo economista Claudio Salm, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que analisou os números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), entre os anos de 1996 e 2008, derruba um mito criado pela retórica petista: a de que o Brasil era um antes de Lula e agora outro depois da eleição dele em 2002.
O levantamento concluiu que o poder de compra dos brasileiros de baixa renda vem seguindo uma progressão contínua sem que tenha havido "inflexões" significativas a partir da ascensão do presidente Lula ao governo. Em outras palavras: a renda dos mais pobres vem crescendo desde a década passada e só vem sendo possível porque o governo tucano criou as condições necessárias para isso.
"O estudo mostra que houve uma continuidade e não o surgimento de um governo melhor que o antecessor. O governo Lula apropriou-se da bem sucedida política econômica e social do governo FHC, deu-lhe nova roupagem e saiu por aí afora atribuindo este sucesso para si", comentou Fruet.
Desmascarar o governo Lula que divulga como se fossem dele as conquistas sociais dos brasileiros de baixa renda obtidas na última década é um dos principais desafios da social-democracia em 2010, apontou o parlamentar. Para ele, o governo Lula aproveita-se agora de uma superestrutura que propiciou o crescimento econômico criada pelo governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).
"A gestão tucana preparou o país o crescer sob elevado custo político, inclusive. E foi graças à reorganização da economia e aos investimentos feitos na ocasião que o governo atual pôde dar continuidade às políticas de transferência de renda apresentadas agora como se fossem de autoria do PT. O PSDB tem como desafio neste ano eleitoral revelar quem botou a casa em ordem para que as pessoas de baixa renda pudessem ter seu padrão de vida ampliado", afirmou Fruet.
De acordo com as conclusões da pesquisa do economista que foram divulgadas na coluna do jornalista Elio Gaspari, em 1996, 48,5% dos domicílios tinham água encanada. Em 2002, ao fim do segundo governo tucano, eram 59,6% as casas com água nas torneiras. Uma diferença de 11,1 pontos percentuais. Em 2008, no governo Lula, o percentual de domicílios com água encanada era de 68,3% dos domicílios. A alta, porém, foi percentualmente menor: 8,7 pontos.
Para o deputado Eduardo Gomes (TO), os investimentos feitos nos governos do PSDB não são observados apenas na ampliação da infraestrutura de rede de esgoto e saneamento. "O governo de FHC, por exemplo, deixou uma capacidade instalada de energia elétrica superior a que será deixada pelo governo Lula. Este ano, ela será 43% superior ao final de 2002. Mas foi 48% maior quando Fernando Henrique deixou o governo comparando-se com o que havia no país quando ele assumiu o governo, em 1995", lembra Gomes.
"O governo do PT faz propaganda desonesta ao atribuir à gestão Lula os avanços sociais no Brasil", disse o deputado.

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